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Estiagem assola o Município

Publicado em 21/01/2022 às 09:52 - Atualizado em 21/01/2022 às 10:00

O extremo oeste catarinense passa por uma das maiores estiagens já vistas na região. E Flor do Sertão sente o impacto da falta de chuvas, que se prolonga por mais de dois meses, exceto pequenas pancadas que não alteram as nascentes. A área mais atingida, sem dúvida é a agricultura, alicerce da economia do Município. A produção de grãos, que já fora afetada há um ano, também pela estiagem, trará perdas substanciais aos produtores. A produção de aves, suínos, gado de corte e de leite também é afetada, mas o Município viabilizou formas de atender às necessidades, assim como de outras situações também críticas.

Através do Decreto 131/2021, de 22 de dezembro do último ano, o Prefeito Municipal Sidnei Willinghöfer instituiu Situação de Emergência em Flor do Sertão. A falta de chuvas, que já assolava o Município, passado um mês gera grande preocupação. “Grande parte de nossa população vive diretamente da agricultura, da qual todos dependemos; é uma situação angustiante, desesperadora, ver rios e riachos praticamente sem água, a produção de grãos comprometida, as fontes e nascentes secas; mas estamos fazendo o que está ao nosso alcance para bem atender nossa população e minimizar as perdas”, afirma o Prefeito.

Através da Secretaria de Agricultura, o Município realiza o transporte gratuito de água para atender as situações mais críticas, com um distribuidor de água, repassado pela Defesa Civil do Estado, e um caminhão pipa, que presta serviço terceirizado. Segundo o Secretário de Agricultura, Renato Perin, a cada dia que passa, sem chuva, a situação fica mais crítica. “Não medimos esforços para garantir o abastecimento nas propriedades que dependem da água e têm suas reservas comprometidas; estamos atendendo dezenas de famílias, onde o consumo é constante, especialmente na produção de aves, suínos e gado leiteiro”, informa Perin, sem perder a esperança: “acreditamos que logo a chuva virá”.

A situação dos rios é inédita. No Rio Traíra, que corta o Município, já não corre mais água, algo nunca registrado. Da mesma forma outros rios menores e riachos. Em razão disso, as cachoeiras do município estão secas. A salvação é o Rio Sargento e o Rio das Antas, que desenham a divisa do Município e abastecem o lago da barragem, onde está instalada a hidrelétrica da cooperativa Mauê. A maior parte da água distribuída é captada em locais do lago-rio. Do Rio Sargento também é captada a água que, após passar pela estação de tratamento, abastece a população da cidade. As localidades interioranas são abastecidas a partir de poços artesianos, que ainda suportam a demanda.


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